Vamos falar de estruturas?

Fala galera, beleza?! Hoje, vamos falar de estruturas! Sim, elas que são, para a edificação, como o esqueleto é para o corpo humano. Sem a estrutura, não seria possível uma construção ficar de pé! Nesse artigo, falaremos um pouco sobre os tipos mais comuns, desse maravilhoso elemento da construção civil.

Partes de uma estrutura:

Antes de tudo, vamos explicar o que cada parte dentro de uma estrutura. Ela é divida entre infraestrutura e superestrutura. Sendo que, a primeira engloba as fundações da edificação (explicando chulamente, o que fica debaixo da terra) e a segunda, toda parte estrutural que está acima do nível do solo. Nesse artigo, vamos falar apenas de superestrutura, ok?!

As partes da superestrutura de uma edificação são:

Pilar: É o elemento vertical da estrutura, que recebe os esforços verticais da construção e os transfere às fundações.

Viga: É o componente horizontal da estrutura, responsável por apoiar lajes e paredes, distribuindo tais cargas entre os pilares.

Laje: Estrutura plana e horizontal, que divide pavimentos ou compõe a cobertura da construção.

Agora que já falamos de algumas definições, podemos partir para os materiais mais comuns, usados na concepção das superestruturas.

Concreto:

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Método construtivo mais utilizado no Brasil. Não é difícil encontrar mão de obra que saiba lidar com esse tipo de estrutura e o material necessário para sua execução. E, tal fato se reflete, positivo e diretamente, no valor do mesmo. Outra vantagem, que podemos citar é a sua resistência e a possibilidade para aceitar qualquer tipo de desenho.

De contrapartida, seus principais vilões são o desperdício de material (fato que, dificilmente é evitado) e o tempo de execução. Isso porque, o concreto exige seus 28 dias para a cura, o que não é vantajoso para aqueles que não dispõem de tempo para esperar.

Aço:

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Ao contrário do concreto, as estruturas de aço são rápidas de serem executadas e esse é um de seus maiores benefícios. Afinal, seus perfis já chegam prontos na obra, tendo apenas que serem parafusados ou soldados no local. Outra vantagem desse tipo de material é a sua leveza, que sobrecarrega menos a infraestrutura. Entretanto, essa segunda vantagem só é, realmente, vista em obras grandes. Isso porque, em obras pequenas, a diferença não se faz tão significativa.

A principal desvantagem do aço é o seu custo. Primeiramente porque, para utilizar esse material, é necessário ter uma mão de obra especializada. Além disso, tal material, quando comprado em pequenas quantidades, acaba saindo caro, com relação aos outros métodos de construção de estruturas.

Madeira:

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Estruturas construídas com esse material tendem a ser muito práticas e rápidas. Assim como no caso do aço, as peças são mandadas à obra só para serem montadas no local, não havendo a necessidade de confeccionar nada IN LOCO. Outra vantagem, que não podemos deixar de citar desse tipo de estrutura é a limpeza, que a mesma garante à obra. Porém, tal limpeza só é garantida, se as peças chegarem até o local com o tamanho adequado, previsto em projeto. Caso contrário, será gerado resíduo, proveniente da madeira cortada para alcançar o tamanho desejado.

Como nem tudo são flores, a madeira também possui suas limitações. Uma de suas principais desvantagens é o ataque de pragas, como o cupim, por exemplo. Outro problema muito comum, que pode comprometer esse tipo de estrutura, é a umidade. Uma saída, muito usada, para prevenir esse problema é o uso de chapas metálicas no encontro entre os pilares com a base. Tal atitude evita o contato direto do material em questão com o concreto da fundação ou da laje.

Além dos dois problemas apontados, ainda temos a questão do uso ilegal da madeira, que acaba gerando desmatamento. Muitos deixam de utilizar esse método devido a isso. Faz-se necessária a exigência da certificação dos fornecedores, desse tipo de material e a preferência por madeiras de reflorestamento.

Alvenaria Estrutural:

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Último método que vamos citar nessa postagem! Bom, a principal vantagem do uso dele é o custo, que chega a sair quase 25% mais barato que o concreto. Isso porque nele não se utiliza formas, já que as ferragens e concreto são dispostos dentro dos blocos, em pontos definidos, previamente, no projeto. Além de economizar material, esse método também proporciona economia de tempo à obra.

A desvantagem do uso de tal método é a falta de flexibilidade da construção. Isso porque, no caso de reformas, as mesmas precisarão de uma rigorosa avaliação, para não comprometer a estrutura da construção como um todo. Além disso, caso sejam executadas esquadrias amplas, haverá a necessidade de reforço estrutural, o que não compensará, analisando economicamente.

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Até a próxima!

Amanda Lima.

 

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