Construções extraordinárias: Monumento à Liberdade.

Fala gente bonita e gente feia, tudo bem?! Bom, hoje vamos começar uma nova série de postagens e esperamos de coração, que você curta a nossa nova proposta. Afinal, nosso blog é escrito para você, caro leitor! Então, falaremos sobre a construção de alguns dos monumentos mais extraordinários do mundo. E, para começar, escolhemos uma das obras mais lindas que existe nos EUA: O monumento à liberdade.

Você sabe como foi construído o Monumento à Liberdade?

O Monumento à Liberdade (ou Estátua da Liberdade) é uma das mais lindas construções existentes no mundo. Ela foi construída entre 1875 e 1886, presente dado pela França aos EUA em comemoração ao centenário da independência americana. Seu criador foi o escultor Frédéric-Auguste Bartholdi, que idealizou um monumento que representasse a grandiosidade das terras americanas para aqueles que nelas chegassem (naquela época, só era possível atravessar continentes de navio).

Sua construção teve a colaboração de Gustave Eiffel, engenheiro vanguardista especializado em estruturas de ferro. Eiffel sugeriu para a sustentação da estátua, uma estrutura com uma torre central em ferro, firmemente ancorada no pedestal. Ela consistiria em um andaime de ferro com reforços diagonais; Neste esqueleto seria acoplada uma estrutura secundária, mais próxima com a forma da estátua, da qual sobressairiam diversas barras de ferro, planas e flexíveis, que se ligaria com o que podemos chamar de “pele” do monumento.

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Já a “pele” da estátua foi constituída por 300 pranchas de cobre, moldadas com uma técnica chamada repuxado. De primeira, Bartholdi fez diversos modelos em argila, depois em gesso até chegar à modelagem no cobre, em chapas bem finas de 2,3mm de espessura. Para ver se a estátua realmente daria certo, a mesma fora montada, provisoriamente, no pátio do atelier Gaget, Gauthier et Cie. (local onde fora modelada). Somente em 1885 que o monumento foi, finalmente, enviado para Nova York.

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Quando a estátua chegou aos EUA, seu pedestal ainda estava em construção (ele só ficou pronto em 1886). O projeto do mesmo foi do arquiteto norte-americano Ricardo Morris Hunt, que optou por um sólido simples com vagas influências egípcias, de 27 metros de altura e fundações de 20 metros.

 Problemas com a estrutura do monumento.

Nem tudo foram flores na construção da estátua, que apresentou algumas falhas depois de pronta. Primeiro, tem-se o fato do ferro da estrutura ter reagido, eletroliticamente, com o cobre da “pele” da estátua. Isso causou sérios danos à estrutura, até a década de 1980. Além disso, ainda esse problema foi agravado, devido à penetração da água da chuva nas chapas de cobre que se dilataram com o tempo, formando aberturas entre elas.

Para sanar o problema, a estrutura do monumento foi trocada por aço inoxidável. Os responsáveis pela restauração demoraram um ano para conseguir substituir todas as barras de ferro originais, pelo novo material. Ao todo, foram trocados 3000 metros de barras da estrutura.

A tocha

 A tocha da estátua da liberdade foi a parte mais modificada do projeto. A ideia inicial de Bartholdi era que a tocha fosse extremamente brilhante, com uma forte luz que fosse desde a plataforma até a chama dourada. Mas tal ideia foi descartada, pelo medo que se tinha da luz projetada atrapalhar os navegantes do porto. Ao invés do plano inicial, foram feitas aberturas estreitas na plataforma e instaladas luzes no seu interior, o que teve um resultado bem mais simples do que Bartholdi imaginava.

Em 1916, o escultor norte-americano Gutzon Borglum transformou a chama em um farol, abrindo janelas na mesma. Isso modificou, completamente, o projeto inicial de Bartholdi, além de gerar goteiras no interior da tocha, agravando o problema de corrosão da estátua.

Na época em que a estrutura foi restaurada, a tocha também sofreu modificações. Os restauradores resolveram projetar algo que fosse o mais semelhante possível ao projeto de Bartholdi. Foi construída uma chama dourada (o mais parecida possível com a de Bartholdi) e instaladas luzes modernas, muito mais fortes do que as originais. Isso deu à tocha a cara que Bartholdi havia idealizado para a mesma.

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Curiosidades sobre a Estátua da Liberdade:

– Suas chapas de cobre foram distribuídas em 210 caixas para seu transporte da Europa para a América;

– Sua tocha e chama foram as primeiras partes a chegar nos EUA, para a Exposição do Centenário, na Filadélfia, em 1876;

– Os sete raios da sua coroa simbolizam os sete continentes e mares do mundo;

-Na época em que foi construída, ela era o monumento mais alto do mundo (92 metros);

-Ela é capaz de oscilar 7,5 cm com um vento de 80 km/h (provando uma ótima combinação entre resistência e flexibilidade).

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Bom galera, por hoje é isso aí! Espero que você tenha gostado de descobrir um pouco mais sobre a construção desse monumento! Que nossa postagem tenha agregado algum valor aos seus conhecimentos. E, se você tem alguma sugestão de tema, ou quer deixar algum comentário sobre o assunto, poste aqui abaixo. Teremos o maior prazer em atendê-lo. Afinal, sua opinião é de extrema importância para o nosso crescimento.

Até a próxima!

Amanda Lima.

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